15 de Dezembro de 2018


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Para se tornar uma boa leitora, a criança precisa viver a experiência de mediação

Verdade

Tem sido cada vez mais comum o relato, por parte de pais e professores, de que suas crianças apresentam dificuldades de interpretação de textos. Mas será que o que está sendo nomeado como dificuldade pode mesmo receber essa caracterização?
É mesmo frequente, depois de um texto lido, uma primeira fala do tipo: “não entendi nada!”. Porém, antes de nos apressarmos em já diagnosticar um problema, cabe a nós, pais, educadores, terapeutas, questionar essa generalização e, em parceria, indicar que o entendimento do que lemos, geralmente, não é imediato. Uma boa leitura necessita sim de tempo! A criação de sentidos, o desvendar das intenções dos autores, do modo como cada texto é construído, a ativação de conhecimentos prévios, a ampliação de repertórios são possibilidades que nos enriquecem a cada leitura. E todo esse universo precisa ser apresentado paulatinamente pelos leitores mais experientes.
O que observamos em nosso cotidiano de trabalho com essas crianças é que lhes falta justamente isso: a experiência de mediação de leitura. Ou seja: interlocutores adultos que se disponham a estabelecer um diálogo a partir do texto lido, de modo que elas possam caminhar, cada vez mais, no desenvolvimento de suas capacidades leitoras - cf. texto na Aba Profissional, clique aqui

Vale a dica: para que a leitura se torne, de fato, presente e significativa na vida de seus filhos e alunos, dê o primeiro passo: busque criar situações cotidianas instigantes e que indiquem o quanto um texto pode levar a uma troca de ideias, de impressões, a um conhecimento mútuo de jeitos de ser, pensar, de ver o mundo. Você certamente vai se surpreender com sua criança!


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