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19/08/2010
Cleber Teodoro Pereira da Silva*
A doce tarefa de ensinar


Vale a pena conferir a entrevista do educador americano Doug Lemov, publicada no jornal Folha de S. Paulo, em 16/08/2010. Título da matéria: Só conhecimento teórico não forma bom professor.
Foi o que fez Cleber, professor de Educação Física há 14 anos. Compartilhamos a leitura em nosso espaço de trabalho, voltado ao aperfeiçoamento da escrita: Cleber é um desses professores que não desanima, ao contrário, sente-se motivado e desafiado a buscar, junto com seus alunos, uma prática que torne o conhecimento, de fato, significativo. E para Cleber, e tantos outros educadores, não se trata, apenas, de discurso da moda, e nem da busca por um ou outro modelo de ensino-aprendizagem.
Aguçar olhares, abrir campo para dúvidas, antes de apressar respostas prontas, afinar percepções, dispor-se a oferecer aos alunos matéria que lhes desperte a curiosidade, permitir que façam suas experimentações sem impor padrões de certo/ errado são dimensões que fazem sim parte da prática docente.
Antes de tudo, professor e aluno precisam construir uma relação de confiança – na potencialidade de cada um, nas condições para ir adiante, superando dificuldades. Só assim resgatamos a afetividade e doçura próprias da tarefa de ensinar (Claudia Perrotta).

A doce tarefa de ensinar
por Cleber Teodoro Pereira da Silva, professor de Educação Física do Colégio Santa Maria

Dias atrás, saiu em um jornal de grande circulação em São Paulo uma entrevista de um educador americano (Doug Lemov). Ele afirma em seu livro que, para dar boas aulas, só o conhecimento teórico não é garantia.
A ideia principal do livro nos remete ao cotidiano de sala de aula. Os alunos estão ávidos por informações, e se pensarmos que o conhecimento não é inerte e vive em constantes transformações, temos, como educadores, a responsabilidade de trazer conteúdos e vivências significativas, reflexivas e que consigam ir ao encontro de quem está à espera do novo, do diferente, do que é relevante. E, para isso, é necessária uma boa “bagagem” teórica.
Contudo, concordo com o educador americano, pois nestes meus 14 anos lecionando, vejo que um dos caminhos é a sensibilidade no lidar com os alunos, percebendo olhares, sentimentos, ouvindo, aprendendo com eles e, principalmente, se aproximando de seus interesses. Isso facilita muito no exercício de aprendizagem, e assim o aprender, o conhecer e as vivências se tornam mais agradáveis, e doces!


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